Algumas músicas me fazem ficar de bom humor. Ouvi-las em sequência, então, é sinal certo de que meu astral vai melhorar. A maioria delas tem alguma memória afetiva envolvida, nem que seja por ter ouvido vezes sem conta nos meus períodos de rádio FM. E o alto astral, claro, independe da letra, já que em grande parte dos casos só fui me preocupar com isso na era da Internet.
Provavelmente já citei algumas dessas músicas em textos anteriores, mas é que alguma cabem em mais de uma categoria entre meus gostos pessoais. A lista não inclui todas as músicas que classifico desta forma, apenas alguns exemplos:
The Isley Brothers – Harvest the world
Lisa Stansfield – All around the world
George Michael – Freedom
George Benson – On Broadway
Basia – Cruising for bruising
Joe Jackson – Steppin´ out
Djavan – Lilás
The Four Tops – Under the boardwalk
The Spinners – Could it be I´m falling in love
Van McCoy – The hustle
David Shire – Manhattan skyline
John Paul Young – Love Is in the air
Marina – Fullgás
Stevie Wonder – For once in my life
Burt Bacharach – Question me a answer e The world is a circle, ambas da trilha Sonora do filme Horizonte Perdido
Billy Joel – My life
Matt Bianco – More than I can bear
E a mais alto astral de todas…
B. J. Thomas – Raindrops keep falling on my head, da trilha sonora de Butch & Cassidy.
13.1.10
15.12.09
Uma Ótima Alternativa
Sempre evito falar em temas religiosos aqui no blog para evitar reações desagradáveis. Como não sigo nenhuma corrente religiosa, apesar de ter tomado contato com várias quando jovem, acho desnecessário fazer considerações a respeito de algo que não pratico. Há pouco mais de um mês, entretanto, tive a sorte de ler Deus, um Delírio, do cientista Richard Dawkins, e essa coincidência – achei o livro na última ida a um sebo antes de uma viagem importante – vale a pena ser registrada.
Dawkins é um biólogo nascido em Nairóbi, no Quênia, e que cresceu na Inglaterra. Ele faz parte de uma crescente corrente de cientistas e, acredito eu, de cidadãos comuns, preocupados com questões como o avanço dos fundamentalistas religiosos, por exemplo na vida dos Estados Unidos e outros países. Os fundamentalistas, para quem não lembra, querem seriamente que a criação do mundo segundo a Bíblia seja matéria escolar, com o mesmo peso das demais teorias científicas sobre o tema.
Ele não é um caso isolado. Assisti a um documentário protagonizado por um humorista norte-americano que relaciona vários absurdos religiosos, entrevista líderes religiosos e até visita um parque temático fundamentalista. Tanto um como outro questionam a atitude das religiões, que querem respeito para suas crenças, mas não respeitam a opinião alheia sobre temas como o direito ao aborto, para citar apenas um exemplo extremo.
Nos dois casos há um espanto para a passividade das pessoas que não professam religiões ou que são francamente ateístas diante desse quadro, mas acho que, como defensores de uma causa, eles tendem a ser naturalmente radicais. O que vejo nos dias atuais são grupos religiosos funcionando como redes sociais, aliviando a solidão das pessoas e funcionando como fontes de relacionamentos, contatos de negócios etc. De resto, religiões sempre existiram e são um aspecto importante da vida social.
Naturalmente, os questionamentos que se veem atualmente sobre o cristianismo não vão resultar no fim das religiões. Se formos levar em conta a astrologia (que Dawkins, por sinal, coloca no mesmo saco das religiões), provavelmente o que está acontecendo é o final de um ciclo, a era de Peixes, que será seguida pela era de Aquário. O que vai acontecer nas próximas centenas de anos deve ser tão improvável para nós quanto o cristianismo seria para um romano na época de César.
Concordo com Dawkins, no entanto, que um dos maiores benefícios da ciência foi mostrar a beleza do universo como ele é, funcionando como um todo ordenado e perfeito. O universo é incrível sem a necessidade de mitologias que cumpriram suas funções milhares ou centenas de anos atrás. E, mais importante, sem a necessidade de criadores de qualquer espécie.
Dawkins é um biólogo nascido em Nairóbi, no Quênia, e que cresceu na Inglaterra. Ele faz parte de uma crescente corrente de cientistas e, acredito eu, de cidadãos comuns, preocupados com questões como o avanço dos fundamentalistas religiosos, por exemplo na vida dos Estados Unidos e outros países. Os fundamentalistas, para quem não lembra, querem seriamente que a criação do mundo segundo a Bíblia seja matéria escolar, com o mesmo peso das demais teorias científicas sobre o tema.
Ele não é um caso isolado. Assisti a um documentário protagonizado por um humorista norte-americano que relaciona vários absurdos religiosos, entrevista líderes religiosos e até visita um parque temático fundamentalista. Tanto um como outro questionam a atitude das religiões, que querem respeito para suas crenças, mas não respeitam a opinião alheia sobre temas como o direito ao aborto, para citar apenas um exemplo extremo.
Nos dois casos há um espanto para a passividade das pessoas que não professam religiões ou que são francamente ateístas diante desse quadro, mas acho que, como defensores de uma causa, eles tendem a ser naturalmente radicais. O que vejo nos dias atuais são grupos religiosos funcionando como redes sociais, aliviando a solidão das pessoas e funcionando como fontes de relacionamentos, contatos de negócios etc. De resto, religiões sempre existiram e são um aspecto importante da vida social.
Naturalmente, os questionamentos que se veem atualmente sobre o cristianismo não vão resultar no fim das religiões. Se formos levar em conta a astrologia (que Dawkins, por sinal, coloca no mesmo saco das religiões), provavelmente o que está acontecendo é o final de um ciclo, a era de Peixes, que será seguida pela era de Aquário. O que vai acontecer nas próximas centenas de anos deve ser tão improvável para nós quanto o cristianismo seria para um romano na época de César.
Concordo com Dawkins, no entanto, que um dos maiores benefícios da ciência foi mostrar a beleza do universo como ele é, funcionando como um todo ordenado e perfeito. O universo é incrível sem a necessidade de mitologias que cumpriram suas funções milhares ou centenas de anos atrás. E, mais importante, sem a necessidade de criadores de qualquer espécie.
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6.12.09
Escolhas Ratificadas
-Outro dia li com certa surpresa que o filme Aliens (o segundo da série, dirigido por James Cameron) tinha sido escolhido como a melhor sequência de todos os tempos. E é o meu filme preferido – ok, não é um filme cabeça nem nada mas tem um roteiro impecável, monstros factíveis e a rodo e absolutamente nada do estilo trash que vigora hoje em dia. É violento, elegante e charmoso.
- Talvez este tipo de avaliação seja puramente geracional, que transforma o que é antigo em coisa boa. Lembro que o estilo discoteca era execrado e hoje virou clássico. O que é ótimo, porque assim posso gostar de Donna Summer em paz. No fundo, no fundo, isso é puramente uma questão mercadológica: afinal, os jovens de antes eram os consumidores de melhor poder aquisitivo de hoje em dia.
- Mesmo que não seja o sonho de consumo (na verdade, estou mais para pesadelo) do mercado como consumidor, pelo menos fico contente em ver minhas escolhas e memórias afetivas sendo ratificadas. Ainda falta escolherem a trilha sonora do filme Predador como a melhor já feita para um filme de ação, darem um prêmio qualquer para a Carly Simon, colocarem o livro Viva o Povo Brasileiro, de João Ubaldo Ribeiro, como leitura obrigatória nas escolas...
- Talvez este tipo de avaliação seja puramente geracional, que transforma o que é antigo em coisa boa. Lembro que o estilo discoteca era execrado e hoje virou clássico. O que é ótimo, porque assim posso gostar de Donna Summer em paz. No fundo, no fundo, isso é puramente uma questão mercadológica: afinal, os jovens de antes eram os consumidores de melhor poder aquisitivo de hoje em dia.
- Mesmo que não seja o sonho de consumo (na verdade, estou mais para pesadelo) do mercado como consumidor, pelo menos fico contente em ver minhas escolhas e memórias afetivas sendo ratificadas. Ainda falta escolherem a trilha sonora do filme Predador como a melhor já feita para um filme de ação, darem um prêmio qualquer para a Carly Simon, colocarem o livro Viva o Povo Brasileiro, de João Ubaldo Ribeiro, como leitura obrigatória nas escolas...
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26.11.09
Diário de Bordo - 25 e 26 de novembro
- ... E, então, no dia 25 de novembro de 2009, às 22h09, depois de 126 jogos sem sucesso, finalmente a paciência foi completada com êxito, ao som da trilha original de Missão Impossível, de Lalo Schifrin (por acaso, juro) e de One Step, de Kissing the Pink. Foram 1053 pontos, 247 movimentos (vários retornos, eu sei, o que vocês queriam?) e um percentual de vitórias de 0%. Talvez seja muita comemoração por uma simples paciência, mas é bom ver que alguma coisa está dando certo por aqui!
- ...Outra paciência completada neste calorento dia 26 de novembro, agora com 1075 pontos. Meu percentual de vitórias passou para 1%. Sei não, to começando a ficar convencido. Quem sabe não podia abrir um curso...
- ...Outra paciência completada neste calorento dia 26 de novembro, agora com 1075 pontos. Meu percentual de vitórias passou para 1%. Sei não, to começando a ficar convencido. Quem sabe não podia abrir um curso...
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Diário de Bordo
24.11.09
A Paciência Spider e Eu
Usando uma versão de testes do Windows 7 num computador com boa configuração, achei, em primeiro lugar, que o sistema está com jeitão de Linux (embora usuários de Macintosh tenham me dito que é jeito de Mac), mas é inegável que está trabalhando mais “macio” do que versões anteriores. Registre-se que passei em branco pelo Vista, então não tenho como comparar.
Depois de mexer aqui e ali, topei com a nova versão da paciência spider, com a qual tomei contato somente no início deste ano, no trabalho. É o tipo do passatempo totalmente inadequado para mim, já que não relaciono entre minhas poucas qualidades a atenção aos detalhes. Isso não impediu que jogasse de vez em quando e é claro que experimentei essa versão.
É um luxo só, registre-se de passagem, para quem estava acostumado com a paciência do XP e mesmo com os programas comerciais. Mas o que realmente me impressionou foram as estatísticas e a forma como o computador aconselha movimentos de forma automática (na versão anterior você tinha de solicitar essa ajuda).
Depois de algum tempo inativo ou sem transferência de cartas, o programa sugere algum movimento. Ouso dizer que não acerta sempre, mas afirmações como essa devem ser tomadas com bastante ceticismo diante da minha parca habilidade. E, depois de algum tempo de uso, acho que é impossível deixar de antropoformizar essa relação, por assim dizer. Sou tão incompetente que comecei a achar que o brilho vermelho que marca o uso do disco rígido do computador era sinal da máquina dando gargalhadas dos meus movimentos erráticos.
E, o que é pior, o programa não permite que você simplesmente saia de um jogo que não corre bem. Avisa que isso será contado como derrota nas estatísticas. A única saída é mudar a distribuição inicial de cartas, que (ainda) não conta como derrota. Provavelmente isso virá com o Windows 8.
AS estatísticas são cruéis. Foram 70 partidas e nenhuma vitória. E, o que é pior, ninguém me tira da cabeça que o computador anda aconselhando movimentos com um certo tom de ironia, ou cansaço...
PS. Também tentei o Xadrez Titans. Nunca tinha jogado de forma sistemática com o computador – felizmente para minha autoestima. Com o grau de dificuldade 4, em geral já estou em dificuldades no vigésimo movimento. Para meu alívio, consegui ganhar duas vezes e empatar uma 42 partidas. Para sorte minha, não tenho dinheiro para usar Windows em casa. Abaixo as estatísticas!
Depois de mexer aqui e ali, topei com a nova versão da paciência spider, com a qual tomei contato somente no início deste ano, no trabalho. É o tipo do passatempo totalmente inadequado para mim, já que não relaciono entre minhas poucas qualidades a atenção aos detalhes. Isso não impediu que jogasse de vez em quando e é claro que experimentei essa versão.
É um luxo só, registre-se de passagem, para quem estava acostumado com a paciência do XP e mesmo com os programas comerciais. Mas o que realmente me impressionou foram as estatísticas e a forma como o computador aconselha movimentos de forma automática (na versão anterior você tinha de solicitar essa ajuda).
Depois de algum tempo inativo ou sem transferência de cartas, o programa sugere algum movimento. Ouso dizer que não acerta sempre, mas afirmações como essa devem ser tomadas com bastante ceticismo diante da minha parca habilidade. E, depois de algum tempo de uso, acho que é impossível deixar de antropoformizar essa relação, por assim dizer. Sou tão incompetente que comecei a achar que o brilho vermelho que marca o uso do disco rígido do computador era sinal da máquina dando gargalhadas dos meus movimentos erráticos.
E, o que é pior, o programa não permite que você simplesmente saia de um jogo que não corre bem. Avisa que isso será contado como derrota nas estatísticas. A única saída é mudar a distribuição inicial de cartas, que (ainda) não conta como derrota. Provavelmente isso virá com o Windows 8.
AS estatísticas são cruéis. Foram 70 partidas e nenhuma vitória. E, o que é pior, ninguém me tira da cabeça que o computador anda aconselhando movimentos com um certo tom de ironia, ou cansaço...
PS. Também tentei o Xadrez Titans. Nunca tinha jogado de forma sistemática com o computador – felizmente para minha autoestima. Com o grau de dificuldade 4, em geral já estou em dificuldades no vigésimo movimento. Para meu alívio, consegui ganhar duas vezes e empatar uma 42 partidas. Para sorte minha, não tenho dinheiro para usar Windows em casa. Abaixo as estatísticas!
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Diário de Bordo - 20 de Novembro
- Há alguns dias o Congresso norte-americano aprovou o projeto do novo sistema de saúde do país. Coincidentemente, começaram a pipocar recomendações médicas de aumento do prazo de exames preventivos, endossadas por entidades médicas. Não tenho como saber se há correlação entre as duas coisas, naturalmente, mas os americanos são muito práticos. Devem saber que não se sustentar um sistema de saúde público com a enxurrada de exames requeridos pelos médicos atualmente. Enquanto isso, no Brasil...
- Já tinha visto os alertas sobre incidência de raios ultravioleta em outras cidades onde já morei (aliás, sou do tempo em que as pessoas passavam óleo de aviação com coca-cola para bronzear e, mesmo naquela época, protetor solar era um acessório indispensável para a minha sobrevivência nas cidades à beira-mar). Mas nunca tinha vivido num lugar onde esse tipo de alerta realmente me preocupasse. Agora passo protetor solar para comprar pão na padaria!
- Já tinha visto os alertas sobre incidência de raios ultravioleta em outras cidades onde já morei (aliás, sou do tempo em que as pessoas passavam óleo de aviação com coca-cola para bronzear e, mesmo naquela época, protetor solar era um acessório indispensável para a minha sobrevivência nas cidades à beira-mar). Mas nunca tinha vivido num lugar onde esse tipo de alerta realmente me preocupasse. Agora passo protetor solar para comprar pão na padaria!
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Diário de Bordo
17.11.09
Bem que me disseram!
1 – Me disseram: não use óculos de leitura, ou vai enxergar cada vez menos. Obedeci? Não, comprei uns óculos de leitura caríssimos e me deslumbrei, à primeira vista, com a constatação de que, na verdade, não via nada de perto provavelmente há tempos.
2 – Na ótica, a mocinha me alertou: não quer fazer óculos de média distância e para leitura? É o que vem sendo recomendado para usuários de computador. Não, respondi, desconfiado de que isso pudesse ser um argumento para tornar o diabo dos óculos ainda mais caros. Ainda por cima, por conselho do oculista, já sabia que meus óculos de longe podem se tornar de média distância, bastando afastá-lo um pouco dos olhos.
O resultado dessa teimosia é que passo o dia, agora, tirando e colocando óculos. Minha disciplina ainda remonta ao tempo em que era só míope e bastava colocar os óculos no rosto de manhã e tirá-los à noite. Pior ainda, desconfio que enxergo ainda menos com o calor, embora tenha me livrado de uma conjuntivite alérgica que me incomodou por anos e anos. Já to me preparando para o tempo em que vou precisar de uma lupa e um binóculo para andar na rua...
2 – Na ótica, a mocinha me alertou: não quer fazer óculos de média distância e para leitura? É o que vem sendo recomendado para usuários de computador. Não, respondi, desconfiado de que isso pudesse ser um argumento para tornar o diabo dos óculos ainda mais caros. Ainda por cima, por conselho do oculista, já sabia que meus óculos de longe podem se tornar de média distância, bastando afastá-lo um pouco dos olhos.
O resultado dessa teimosia é que passo o dia, agora, tirando e colocando óculos. Minha disciplina ainda remonta ao tempo em que era só míope e bastava colocar os óculos no rosto de manhã e tirá-los à noite. Pior ainda, desconfio que enxergo ainda menos com o calor, embora tenha me livrado de uma conjuntivite alérgica que me incomodou por anos e anos. Já to me preparando para o tempo em que vou precisar de uma lupa e um binóculo para andar na rua...
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16.11.09
Diário de Bordo - 16 de Novembro
-Já tive bons e maus momentos em termos de conexão com a internet. Agora será uma fase de baixa e, nas minhas pesquisas, o maior divertimento é com a conexão das operadores móveis. Os valores seguem de perto a operadora fixa que monopoliza o mercado, então a vantagem é mínima. E, o que é pior, o tráfego de dados é limitado a valores quase grotescos. Numa das operadoras, o valor “ilimitado” só tem conexão total até o usuário completar 2 GB (ou seja, metade de um DVD). Depois disso, a conexão fica limitada a 128 KB. Qualé, rapaziada!
- E nem se diga que isso é queixa de pirata. Como se sabe, é muito mais fácil e barato comprar programas piratas na esquina do que fazer downloads pela internet, que muitas vezes escondem programas de invasão de computadores. O problema real, como sempre, é a propaganda enganosa e as políticas de preços, muito parecidas, típicas de oligopólios.
- E ainda há mais um detalhe: assim como as operadoras de cabo, que vendem serviços de 3MB e só garantem 200 KB, a internet móvel não tem garantia de conexão. Depende de onde o usuário estiver. Em resumo, o preço é alto para tão pouco volume de dados e tão poucas garantias.
- E nem se diga que isso é queixa de pirata. Como se sabe, é muito mais fácil e barato comprar programas piratas na esquina do que fazer downloads pela internet, que muitas vezes escondem programas de invasão de computadores. O problema real, como sempre, é a propaganda enganosa e as políticas de preços, muito parecidas, típicas de oligopólios.
- E ainda há mais um detalhe: assim como as operadoras de cabo, que vendem serviços de 3MB e só garantem 200 KB, a internet móvel não tem garantia de conexão. Depende de onde o usuário estiver. Em resumo, o preço é alto para tão pouco volume de dados e tão poucas garantias.
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